“O meu inverno
As noites frias
As tardes vazias
Os corpos se aquecem
Acendo um cigarro
O embasado
Os dedos gelados
Lábios rachados
Blusas
As chuvas
Tudo acontece
E agente nunca esquece” R.M
O envolvimento de todas as coisas. Um meio onde existam fenômenos naturais e o ser humano. Um local formado por plantas e animais, água e um solo rico em proteínas, com um oxigênio saudável. Mas esse mesmo ser humano, que esta degredando esse meio.
Um ser que com sua inteligência se utiliza da destruição desse meio cheio de vida, para sua ambição. Com toda a tecnologia e arquitetura não esta sobrando espaço para a natureza, que por sua vez esta se decompondo. Onde existiam locais de floresta, foi derrubada para a agricultura, e depois loteada para moradias. E assim acontece uma grande expansão do meio urbano, trazendo contíguo a poluição de rios e do ar. O que nós respiramos? Respiramos as fumaças dos automóveis, a poeira das construções, a carniça dos animais mortos. E acho que com tão pouca arborização no meio urbano não estão dando conta em fazer a fotossíntese, sendo assim respiramos somente o carbônico.
Nós seres humanos estamos arrancando do planeta seu pulmão, e desperdiçando todo seu sangue. Estamos assassinando o nosso próprio ambiente. R.M

Essa dor que eu sinto no meu peito, é uma dor tão insuportável. É como se os quatro cantos estivessem me pressionado.
Á uma coisa em minha garganta, como uma granada preste a estourar.
A vontade é de não fazer nada ao mesmo tempo em que é de fazer tudo. Eu não sei se eu grito ou se choro, se eu corro ou se fico parado. Eu não sei nada dói tanto.
Isso por causa de uma CNH que se escapuliu, esta em algum lugar onde eu não posso chegar, onde eu nem sei como chegar. Incrível como ela evaporou da minha carteira. R.M
Essa dor que eu sinto no meu peito, é uma dor tão insuportável. É como se os quatro cantos estivessem me pressionado.
Á uma coisa em minha garganta, como uma granada preste a estourar.
A vontade é de não fazer nada ao mesmo tempo em que é de fazer tudo. Eu não sei se eu grito ou se choro, se eu corro ou se fico parado. Eu não sei nada dói tanto.
Isso por causa de uma CNH que se escapuliu, esta em algum lugar onde eu não posso chegar, onde eu nem sei como chegar. Incrível como ela evaporou da minha carteira.
Eu estava fuçando o Orkut de um conhecido e vi um álbum que tinha o titulo “Minha Paixão” a foto dele em cima de uma moto. O álbum possuía varias fotos da moto, algumas com ele outras só a moto. Havia uma foto dele colocando a gasolina no tanque, que tinha a descrição “Batizando...” e o nome da moto.
Observei os outros álbuns e vi que não tinha nenhum dedicado a mãe ou a namorada. Ai eu pensei poxa vida uma moto merece todo um álbum especial batizado e até um nome, impressionante.
Olhei o meu PC e vi que ele não estava tão bom quanto era quando eu tinha tempo para cuidar. Observei todas as coisas do meu quarto, vi um quadro com umas fotos minhas e alguns amigos, procurei no PC fotos dos meus familiares.
Imaginei a perda de minha mãe ou da minha irmã e até da minha avó que já ta com bastante idade. O meu peito doeu tanto, imediatamente tentei tirar esse pensamento da minha cabeça.
Ai me veio o óbvio que é claro que o ser humano a nossa volta tem que ser valorizado ao invés das coisas materiais. Uma moto um dia é substituída, um dia quebra e perde todo o valor, fica velha e é trocada. Mas uma pessoa nunca será substituída, pode até quebrar, mas nunca perdera seu valor, ficará velha, mas nunca será trocada, partirá um dia, mas nunca será esquecida. R.M